domingo, 17 de julho de 2011
Vinho na bomba....
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sábado, 23 de abril de 2011
Vinho com Chocolate, Páscoa perfeita
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Estudo sugere que vinho caro é desperdício, pois consumidor não nota diferença
Vinhos mais baratos podem ter o mesmo efeito em termos de paladar que garrafas mais caras, segundo um estudo britânico.
No total, 578 pessoas participaram de uma degustação às cegas durante o Festival de Ciência de Edimburgo, na Escócia, e só na metade dos casos conseguiram identificar quais eram os vinhos caros e quais eram os mais baratos.
Eles experimentaram diversas variedades de vinhos tintos e brancos com preços menores que 5 libras (R$13) e outras safras consideradas superiores vendidas a preços entre 10 e 30 libras (R$ 26 e R$ 78). Na degustação, também havia garrafas de champagne de 17 libras (R$ 44) e de 30 libras (R$ 78).
Os participantes tinham de dizer, então, quais eram os vinhos baratos e quais eram os caros. Mesmo sem saber a resposta, eles teriam 50% de chance de acertar. E foi exatamente isso o que aconteceu.
A conclusão, para os pesquisadores da Universidade de Hertfordshire, é que muita gente não consegue distinguir os vinhos pelo paladar e pode estar pagando mais caro apenas pelo rótulo.
"Estes resultados são impressionantes. As pessoas não conseguiram notar a diferença entre vinhos caros e baratos, então nesse momento de dificuldades financeiras a mensagem é clara: os vinhos baratos que testamos tinham um gosto tão bom quanto as garrafas caras", disse o psicólogo Richard Wiseman, que conduziu o estudo.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Roteiro mostra o melhor dos vinhos que são produzidos em Portugal.
Os repórteres Luiz Paulo Mesquita e Sandra Moreyra foram até Portugal conhecer as terras que produzem os vinhos consumidos no Brasil.
Reis da navegação, os lusitanos foram para todos os cantos do mundo. Mas há um Portugal que não partiu. Há uma gente que ficou para cultivar em cada pedaço dessa pequena terra videiras, oliveiras e sobreiros. É neste Portugal que permaneceu e começa a viagem por um mundo de sabores e perfumes. Começa em Lisboa, na tradicional Praça do Comércio, onde há um espaço criado para aulas e exposições sobre o vinho e as uvas portuguesas.
Se no mundo inteiro há centenas de castas ou tipos de uva – em torno de 1,6 mil – Portugal tem 250. Cem delas são próprias para o vinho. O que distingue Portugal nesse mundo de tantos vinhos?
“Nossa diversidade tem qualidade. Pode ser um pouco confusa no início, mas se abrirem as portas ao nosso vinho vão descobrir coisas muito boas com qualidade e que é muito diferente do resto”, afirma a enóloga Martha Galamba.
Em Quinta das Lágrimas, Coimbra, o amor e a história deram origem a um vinho. Lá foi assassinada Inês de Castro, a aia que se apaixonou pelo rei Pedro I, um ancestral do nosso Dom Pedro I, que em Portugal era Pedro IV. O Pedro I deles desafiou a corte portuguesa da Idade Média e se casou com Inês.
Os nobres mandaram jogar a jovem em um poço. Quando Pedro descobriu, mandou vestir e coroar a rainha morta. Fez toda a corte beijar as mãos dela. O vinho feito nos dias de hoje celebra o amor que a morte não separou.
No caminho, estão os vinhos e as vinhas que nascem nas encostas pedregosas do Rio Douro. São as primeiras terras demarcadas de vinhos do mundo, desde 1756. Nesse local, se faz o que eles chamam de “vinhos capitosos”, ou seja, que têm a força da terra.
No Douro, as estradas cheias de curvas fechadas e subidas íngremes são o que os portugueses chamam de alcatroadas. Pois nessa terra de vinhos capitosos e estradas alcatroadas, as quintas e mansões produzem e celebram grandes vinhos.
“Não é fácil trabalhar aqui. O terreno é muito inclinado, e muitas vinhas não são organizadas. Tem de fazer muitos trabalhos à mão, é um trabalho artesanal”, explica o enólogo Francisco Olazabal.
Nossa Senhora das Uvas abençoa a antiga quinta da família Cálem, no Pinhão. Antigamente, os lagares ou tanques de pedra não tinham controle de temperatura. Agora cintas metálicas controlam todo o calor da fermentação. Um equipamento robô faz o que antigamente era feito pelos camponeses: pisar as uvas sem deixar quebrar as sementes que amargam o vinho.
Essa região, que produz vinho há mais 300 anos, descobriu que a tecnologia não substitui a tradição. Pelo contrário: elas são aliadas para produzir vinhos cada vez melhores. O Douro continua surpreendendo o mundo.
Os caminhos dos vinhos portugueses continuam no Bom Dia Brasil com os desafios da produção e do mercado internacional
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terça-feira, 12 de outubro de 2010
No Japão, são consumidas poucas gorduras e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; em compensação, na França se consome muitas gorduras e vinhos, ainda assim, o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
Sobre o VINHO
Na Índia, se bebe pouco vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; Em compensação, na Espanha se bebe muito vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
Sobre o SEXO
Na Argélia, se transa muito pouco e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; Em compensação, no Brasil se transa muuuuuito, bebe-se muito vinho, come-se muita gordura e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;
CONCLUAMOS ENTÃO :
Beba , coma e faça sexo sem parar, pois o que mata é falar inglês!
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domingo, 10 de outubro de 2010
Hoje volto ao Blog e já inicio com uma dica muito legal, conheçam Amigas do Vinho, achei muito interessante.
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sábado, 10 de abril de 2010
Doces Vinhos.... ou vinhos doces...
Sua principal caracteríistica é preservar parte do açúcar natural das uvas em sua elaboração, tornando-se doces.
É importante não confundir estes preciosos vinhos com vinhos suaves, os quais, apesar de também doces, são vinhos comuns que recebem açúcar externo após sua elaboração.
ELABORAÇÃO - Uvas com alta concentração de açúcar
A quase totalidade dos vinhos doces é produzida com uvas brancas, geralmente do tipo aromático:Gewurztraminer, Moscatel, Muscadelle, Malvasia. Outras uvas utilizadas são a Sémillon em Bordeaux, Furmintna Hungria, Riesling na Alemanha, Chardonnay no Novo Mundo.
Colheita Tardia (Late Harvest)
Passificação
Ação do fungo Botrytis Cinerea
Em algumas regiões da Europa, principalmente França, Itália e Hungria, as uvas, ao final da maturação, são atacadas por um fungo, Botrytis Cinerea, que faz perfurações finíssimas nas cascas das uvas, causando a desidratação e conseqüente aumento da concentração de açucar. Este fungo se apresenta na forma de um pó acinzentado sobre as uvas, daí o nome Cinerea (cinza, em latim). Não é possível estimular nem evitar o ataque desse fungo, sendo portanto um presente da natureza a alguns vinicultores. Os vinhos produzidos com essas uvas são também chamados de botritizados e se classificam entre os mais raros e deliciosos vinhos produzidos no mundo, podendo sobreviver por mais de 100 anos.Congelamento
ELABORAÇÃO DE VINHOS DOCES
O volume obtido é muito menor, devido à redução da água, resultando numa produção de pequeno volume. Normalmente as uvas uma parreira colhida na época normal produzem um litro de mosto. No caso das uvas concentradas essa produção cai para apenas um copo !
Fermentação parcial
Ao interrompermos a fermentação antes do término do açúcar disponível, temos então um vinho com teor alcoólico normal (12º) e a parte restante do açúcar natural fica preservada inalterada no vinho, tornando-o doce.
Tempo de Guarda
Harmonização
O Tokaji
O clima frio e úmido favorece a ação do fungo Botrytis (ali denominado Aszú), atacando lentamente os vinhedos de uvas Furmint e Hárslevelü.
Antes do engarrafamento, os Tokaji envelhecem em barris por um período de 4 a 8 anos.

| Tipos | Teor de açúcar | Tempo de Barrica |
| Szaras (seco) | 0 - 4 g/l | 2 anos |
| Edes | 20 - 50 g/l | 2 anos |
| Aszú 2 puttonyos | 50 - 60 g/l | 4 anos |
| Aszú 3 puttonyos | 60 - 90 g/l | 5 anos |
| Aszú 4 puttonyos | 90 - 120 g/l | 6 anos |
| Aszú 5 puttonyos | 120 - 150 g/l | 7 anos |
| Aszú 6 puttonyos | 150 - 180 g/l | 8 anos |
| Aszú 8 puttonyos (Essencia) | 180 - 240 g/l | 10 anos |
Fonte, uns dos melhores sites sobre vinho:
http://www.academiadovinho.com.br
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Os 10 Mandamentos do Enófilo
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segunda-feira, 22 de março de 2010
Consta que certa noite, há muitos anos, um homem entrou com a namorada no restaurante Lucas Carton, em Paris, e pediu uma garrafa de Mouton Rothschild, safra de 1928.
O sommelier, em vez de trazer a garrafa, para mostrar ao cliente, trouxe o decanter de cristal cheio de vinho e, depois de uma mesura, serviu um pouco no cálice para o cliente provar.
O cliente, lentamente, leva o cálice ao nariz para sentir os aromas, fecha os olhos e cheira o vinho. Inesperadamente, franze a testa e, com expressão muito irritada, pousa o copo na mesa, comentando rispidamente: -Isso aqui não é um Mouton de 1928!
O sommelier assegura-lhe que é. O cliente insiste que não é. Estabelece-se uma discussão e, rapidamente, cerca de 20 pessoas rodeiam a mesa, incluindo o chef de cuisine e o gerente do hotel que tentam convencer o intransigente consumidor de que o vinho é mesmo um Mouton de 1928.
De repente, alguém resolve perguntar-lhe como sabe, com tanta certeza, que aquele vinho não é um Mouton de 1928.
- O meu nome é Phillippe de Rothschild, diz o cliente modestamente, e fui eu que fiz esse vinho.
Consternação geral. O sommelier, então de cabeça baixa, dá um passo à frente, tosse, pigarreia, bagas de suor escorrem da testa e, por fim, admite que serviu na garrafa de decantação um Clerc Milon de 1928, mas
explica seus motivos: - Desculpe, mas não consegui suportar a ideia de servir a nossa última garrafa de Mouton 1928. De qualquer forma, a diferença é irrelevante. Afinal o senhor também é proprietário dos vinhedos de Clerc Milon, que ficam na mesma aldeia do Mouton. O solo é o mesmo, a vindima é feita na
mesma época, a poda é a mesma, e o esmagamento das uvas se faz na mesma ocasião, o mosto resultante vai para barris absolutamente idênticos. Ambos os vinhos são engarrafados ao mesmo tempo. Pode-se afirmar que os vinhos são iguais, apenas com uma pequeníssima diferença geográfica.
Rothschild então, com a discrição que sempre foi a sua marca, puxa o sommelier pelo braço e murmura-lhe ao ouvido: - Quando voltar para casa esta noite, peça à sua namorada para se despir completamente. Escolha duas regiões muito próximas do corpo dela e faça um teste de olfato. Você perceberá a diferença que pode haver numa pequeníssima diferença geográfica!
Encaminhado Por Carlos Arthur Madeira.
FONTE: JORNAL ZERO HORA/ GASTRONOMIA
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sábado, 12 de dezembro de 2009
Relembrando - TIPOS DE UVA....
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