quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Por ......CARLOS ARRUDA
Arquiteto, web designer, enófilo, professor, consultor e autor de artigos sobre vinhos, criador e diretor do site Academia do Vinho. (http://www.academiadovinho.com.br/) excelente local para se ter dicas e muito mais.... 



Inúmeras vezes me fazem a pergunta: Indique-me um bom vinho? Quero explicar porque essa pergunta não pode ser respondida. É sério!
QUALIDADE
Naturalmente ligamos a qualidade de um vinho ao seu preço: quanto mais caro, melhor. É uma boa verdade, se um vinho não vale o que custa, não vai vender, não é?
Porém, a maioria das pessoas também relaciona a qualidade de um vinho com o prazer gustativo que ele oferece, então um vinho caro será delicioso! Nem sempre isso acontece, então surge o comentário: aquele vinho foi caro, mas não é bom...
Posso explicar essa decepção: Vinhos variam seu estilo gustativo, não só a qualidade. Quem foi ruim foi o estilo, não a qualidade. Quando provamos um vinho, temos vários fatores que determinam seu sabor:
UVA
As uvas utilizadas - Malbec, Cabernet, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Carmenère, Sangiovese, Chenin Blanc – podem estar sozinhas ou misturadas com outras (os vinhos de corte). Cada uva tem seu estilo típico, variando entre frutado, picante, tânico, fresco, aromático, de cor intensa, delicado, floral, e por aí vai...
ELABORAÇÃO
O processo de elaboração afeta muito o estilo, o “jeitão” de um vinho: os vinhos jovens são feitos para preservar o estilo fresco das uvas usadas, os vinhos maturados em barrica são mais redondos, com sabores de madeira, baunilha, tostados. As técnicas de fermentação podem fazer vinhos mais leves ou mais encorpados, mais macios ou mais rústicos, mais longevos ou imediatos. É a mão do enólogo, ou o estilo da vinícola.
REGIÃO
O local onde estão plantadas as uvas também afeta o estilo do vinho. O clima ser mais ou menos frio, o regime de chuvas, a diferença de temperatura entre o dia e a noite, a altitude, a influência de rios ou do mar. A acidez, o teor alcoólico e a cor do vinho são os principais atributos afetados pelo clima.
SOLO
A videira (parreira) pode viver 100 anos, e suas raízes crescem continuamente, até 30 metros de profundidade! Com isso, o tipo de solo afeta muito o vinho produzido, pois vários elementos do terreno são absorvidos, gerando vinhos minerais, tânicos, pesados, leves, ou elegantes, por exemplo.
MILHARES DE COMBINAÇÕES
Se combinarmos juntos todos esses fatores, teremos milhares de variações possíveis, e os enólogos continuam inventando! A disponibilidade de estilos é quase infinita.
Você leitor, deve estar se perguntando: e o que eu tenho com isso? Vinho é muito complicado, eu só quero beber!
Concordo, então me ajude: você prefere vinhos brancos ou tintos? Rosés? Alcoólicos ou leves? Encorpados ou delicados? Com madeira ou sem madeira? Macios ou rústicos? Complicados ou fáceis de beber? Jovens ou envelhecidos? Responda-me e lhe indicarei um ótimo candidato a lhe agradar.
São tantos vinhos diferentes... Concordo que deve ser mesmo difícil para um iniciante no vinho olhar a prateleira e se sentir perdido, sem critérios para escolher.
As mulheres preferem rótulos bonitos, mas será que é um bom critério quanto ao sabor do vinho? Acabo de provar um vinho excelente, com um rótulo feio, de muito mau gosto...
Outro critério é repetir aquele vinho bom do outro dia. É uma segurança, mas você não estará tornando sua vida muito chata e talvez deixando de provar um vinho sensacional?
Existem notas, pontuações mundiais, que atestam (?) a qualidade de um vinho, mas não seu estilo. Pode ser que aquele Brunello de 95 pontos não lhe encante, então não finja que gostou, seja autêntico! Paladar é pessoal, vinho é para dar prazer!
RECOMENDAÇÕES
1 – Aproveite as sugestões dos sommeliers. Conte para eles os vinhos que lhe agradaram, eles lhe indicarão outros no mesmo estilo;
2 – Experimente, corra riscos. Anote os vinhos que bebeu (tire foto) e os porquês de gostar ou não, com suas palavras (azedo, áspero, enjoativo, ralo, esquisito). Tudo isso ajuda a escolher o próximo.
3 – Informe-se. Anote de que país / região / uva é o vinho que você gostou ou não, isso ajudará muito em seu caminho de descoberta.
4 – Depois que descobrir um vinho ótimo, não pare, o céu é o limite.
Não se esqueça: o melhor vinho para alguém pode não ser bom para você. Encontre o seu!

Lombo de Bacalhau Natalino

Receita do Chef Rafael Zachetin, trabalhou no Fasano e hoje atende como personal chef.

Porções: 10 pessoas
Harmonização: brancos e tintos leves e frutados

Farofa

Ingredientes

-100 ml Água
-500 gr Farinha de Milho em Flocos Pré Cozido
-1 colher de manteiga
-1 Tablete de Caldo de Legumes
-150 Gr uva passa preta
-150 Gr uva passa branca
-2 colheres de tinho tinto
-Sal a gosto

Preparo

Ferver a água junto com o tablete de legumes e a manteiga. 
Após ferver, desligar o fogo e acrescentar a farinha aos poucos até ficar seca e crocante semelhante à farofa tradicional. 
Acrescente a uva passa e o vinho. Reserve.

Lombo de Bacalhau

Ingredientes

-1 Kg de Lombo de Bacalhau Dessalgado
-500 ml de leite de coco
-1 maço de alecrim
-5 colheres de molho de tomate
-Pimenta do reino e sal a gosto

Preparo

1. Descongele o bacalhau numa vasilha com água e 1 colher de sal até cobri-lo, deixe no máximo por 15 minutos.
2. Em uma assadeira, acrescente o bacalhau já descongelado junto com o leite de coco, o alecrim, a pimenta do reino e o sal a seu gosto, leve ao forno por 20 minutos ou até o ponto das camadas do lombo começarem a abrir.
3. Depois de assado, junte o restante do leite de coco que ficou na assadeira, coloque em uma panela e leve ao fogo junto com o molho de tomate, verifique o sal. Levantando fervura, retire do fogo e adicione por cima do bacalhau para acrescentar no sabor e na aparência.

O Bacalhau pode ser substituido por salmão ou outro peixe de sua preferencia, e pode ser também colocado em uma grelha e levado a uma churrasqueira, deixando o bacalhau de um dia para o outro na geladeira em uma vasilha banhando no leite de coco.

O Chef Rafael Zachetin prepara pratos e festas em domicílio.
(15) 99743-2401 / 3033-0490
Facebook: Chef Rafael Zachetin

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

MITOS .... Melancia com vinho "empedra" no estômago?

A melancia é uma fruta rica em água, vitaminas A e C, potássio e outros minerais.


A crença de que a melancia seria uma fruta indigesta provém da sua composição, pois ela contém fibras insolúveis que estão presentes na polpa e que possuem a propriedade de aumentar os movimentos peristalticos, ou seja, os movimentos intestinais, dando a sensação de que a digestão é complicada. Mas nada disso é verdade.

A maior parte da melancia é composta de água, e as fibras presentes em sua polpa ajudam a melhorar o funcionamento do intestino.

interferência do vinho na ingestão da melancia passa meramente por aumento do pH no estomago, um aumento do tempo de digestão, podendo provocar sensação de enfartamento, mas não acontece nenhuma reacção física que seja prejudicial ao organismo

O mito é falso !!!!!!!!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Carbonade flamande: carne na cerveja belga do 'Diário do Olivier'


Fiz este prato ontem.... o grande lance nestes pratos é que vocês podem se utilizar dos pequenos restos de vinhos que sobra... e quando guardados viram vinagre caseiro....

Carbonade flamande: carne na cerveja belga do 'Diário do Olivier'

Este conteúdo faz parte de Diário do Olivier.
Veja tudo de Diário do Olivier no site do GNT »

se preferir, use a sua cerveja preferida

Para fazer picadinho, de acordo com Olivier Anquier, o acém é uma das melhores opções. Por isso, o francês escolheu a carne e foi para a cozinha preparar o carbonnade flamande, que é a carne cozida na cerveja. Veja o vídeo do passo a passo da receita que vai ao ar nesta quinta (23), às 21h30:


Ingredientes:
1 kg de acém (corte em cubos aproximados de 3cmx3cm)
3 cebolas
5 dentes de alho
50g de farinha de trigo
80ml de óleo
50g de manteiga
3 garrafas de cerveja clara belga (ou uma nacional)
60 ml de vinagre de vinho
50g de açúcar mascavo
4 cravos
Canela (a gosto)
2 ramos de tomilho fresco       
2 folhas de louro
Talos de salsa (a gosto)

Chuck Hughs ensina a fazer torta de chocolate com cerveja

Modo de preparo:
Use uma frigideira para dourar, no óleo, os cubos de acém e reserve. Na mesma frigideira, doure bem na manteiga as cebolas fatiadas e junte o alho. Devolva a carne, junto com a cebola, e coloque os cravos, a canela, o açúcar e, finalmente, a farinha de trigo, envolvendo os cubos de carne. Adicione o vinagre e a cerveja até cobrir a carne. Inclua o bouquet garni e ainda o sal. Deixe ferver e tampe para cozinhar no forno por, aproximadamente, 2h30 ou até a carne ficar macia. Sirva acompanhado de batata frita ou massa seca

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Molho para carnes com pimenta em grão e vinho tinto





Molho para carnes com pimenta em grão e vinho tinto


Receita: Metalliscrub
Esse é um molho à base de vinho Merlot e pimenta em grão, que cozinha muito rápido. É bastante saboroso quando colocado sobre um filé de picanha ou uma chuleta bem grossa.
  Pronto em 20 min

Ingredientes

Serve4
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 4 cogumelos fatiados
  • 1 dente de alho picado
  • 2 colheres (sopa) de pimenta-do-reino em grãos inteiros
  • 4 colheres (sopa) de vinho Merlot
  • 1 colher (sopa) de vinagre balsâmico
  • 3 colheres (sopa) de molho inglês
  • 1/2 colher (chá) de alecrim fresco picado

Modo de preparo

Prep: 10 minCozimento: 10 min

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Feijão com vinho A combinação pode parecer estranha, mas cai bem



O vinho virou moda. E, para quem pensa que a bebida só combina com queijos e outras iguarias finas, um aviso: é preciso experimentar. O sommelier Carlos Cabral, fundador da Sociedade Brasileira de Amigos do Vinho, garante que o vinho, principalmente o espumante, combina muito bem com os pratos pesados da culinária nacional, como feijoada, tutu e baião de dois. 

Cabral é defensor da popularização do vinho e abomina o medo que as pessoas têm de errar na escolha da bebida. "Além de conseguir distinguir os gostos da comida e da bebida, a acidez do espumante atua como um ótimo digestivo", explica ele, que questiona o apego das pessoas a regras de etiqueta quando o assunto é vinho. Ele diz que as regras tradicionais são apenas sugestões e que cada um tem a liberdade de afirmar os próprios gostos, em qualquer classe social. "O hábito das pessoas olharem de cara feia para quem não segue a etiqueta não existe mais como era antes. Hoje, considera-se que essas normas sociais rígidas serviam, principalmente, para reafirmar relações de poder e exibir cultura", acredita. 

Se, teoricamente, as regras foram abolidas, restam ainda recomendações que estão associadas ao bom-senso na hora de consumir. O sommerlier explica que os hábitos antigos servem apenas para lembrar da importância de se sentir o gosto das coisas."Recomenda-se comidas equivalentes para equilibrar o paladar", explica. Por exemplo, ao comer um queijo forte, como o gorgonzola, com vinho branco, que é mais leve, fica difícil apreender o gosto da bebida. O mesmo acontece com o peixe, uma comida leve, quando acompanhado de vinho tinto mais encorpado. 

Dentro das sugestões, está também o resfriamento do vinho, na temperatura entre 23 e 24 graus, cerca de meia hora antes do consumo, para deixá-lo levemente gelado, ao ponto de refrescar a garganta. "Ainda assim, conheço pessoas que não bebem gelado, por cuidados com a saúde", lembra. 

Apesar dessas recomendações, sabe-se que a tradição brasileira nunca se preocupou muito em combinar a temperatura e a leveza dos alimentos e das bebidas. "A maioria dos nossos pratos típicos é pesada e contrasta com o clima quente do país", lembra o especialista. Além disso, por razões econômicas, a maioria da população nunca pôde consumir freqüentemente bebidas fermentadas – apenas os destilados, como a cachaça, que não estimulam tanto o apetite. 

Para quem não tem o hábito, nunca é tarde para pensar no prazer de degustar a bebida. "Apesar das safras melhores serem mais caras, não é preciso pagar muito para apreciar um bom vinho", lembra Carlos Cabral. "Defendo o vinho com pratos brasileiros em lugar da tradicional cerveja pois, além de refrescar, a acidez ajuda a digestão de pratos pesados, enquanto a feijoada ou a macaxeira com cerveja provoca a sensação de estufa", completa.



http://www.maisde50.com.br

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Vinho quente (delicioso)

Sei que é fora de época, mas esta receita eu fiz e é uma delicia.....


INGREDIENTES



  • 1 copo de açúcar
  • Canela em rama
  • Cravo
  • 1 l de vinho tinto seco
  • 1/2 l de água
  • 1/2 maçã (verde ou vermelha) descascada e cortada em fatias

MODO DE PREPARO

  1. Queime a metade do açúcar com o cravo e a canela
  2. Acrescente o vinho, já misturado com a água
  3. Junte a maçã e o açúcar restante
  4. Deixe cozinhar um pouco e sirva bem quente
Aproveitem....

Vejam outras receitas: http://tudogostoso.uol.com.br

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Lagarto com vinho e legumes


Ingredientes:

. 2 kg de lagarto
. 8 fatias de bacon
. 2 colheres (sopa) de manteiga
. 3 colheres (sopa) de conhaque
. 1 xícara (chá) de vinho branco seco
. 1 folha de louro
. Pimenta, cheiro-verde picado e sal a gosto
. 18 cebolinhas brancas sem casca
. 4 cenouras sem casca em pedaços de 4 cm
Preparo: Demorado (acima de 45 minutos)
Rendimento: 8 porções
Dificuldade: Fácil
Categoria: Carne
Calorias: 370 por porção

Modo de preparo:

Cubra a carne com as fatias de bacon e use palitos ou barbante de cozinha para prender. Em uma panela grande aquecida derreta a manteiga. Junte a carne e doure-a de todos os lados, virando-a com uma pinça de cozinha às vezes até dourar por igual. Aqueça o conhaque em uma panelinha, vire a panela para que a bebida pegue fogo e despeje flamejante sobre a carne. Quando apagar o fogo, coloque a carne com o liquido formado em uma forma refratária. Acrescente o vinho e água suficiente para cobri-la. Tempere com a pimenta, o cheiro-verde e o sal. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno médio, preaquecido, até a carne ficar macia. Se preferir, cozinhe na panela de pressão por 20 minutos e só depois leve ao forno. Nos últimos 15 minutos, adicione as cebolinhas e a cenoura. Sirva em seguida com arroz.

Arroz ao vinho

Deliciosa receita de Arroz ao vinho vai bem com carne assada
Arroz ao vinho: para acompanhar uma deliciosa carne assada
Foto: Romulo Fialdini

Ingredientes

· 1/2 tablete de caldo de carne
· 1 e 1/3 de xícara (chá) de água quente
· 3 colheres (sopa) de manteiga
· 2 colheres (sopa) de cebola picada
· 1 xícara (chá) de arroz
· 1 xícara (chá) de vinho branco seco
· Sal e pimenta-do-reino a gosto

Para polvilhar: 3 colheres (sopa) queijo parmesão ralado, Salsa picada grosseiramente.
Preparo: Rápido (até 30 minutos)
Rendimento: 4 porções
Dificuldade: Fácil
Categoria: Arroz e risoto
Calorias: 345

Modo de fazer

Dissolva o tablete de caldo de carne na água quente e reserve. Numa panela, derreta a manteiga e junte a cebola picada. Frite, mexendo sempre, até ficar macia. Junte o arroz e refogue por alguns minutos. Em outra panela, aqueça o vinho branco seco e o caldo de carne e despeje sobre o arroz. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Tampe e cozinhe em fogo baixo por 20 minutos ou até o arroz ficar macio. Polvilhe com o parmesão ralado. Se quiser, decore com salsa e sirva.

Cortesia: http://mdemulher.abril.com.br

Sorvete de vinho


Sorvete de vinho

Ingredientes

. 3/4 de xícara (chá) de suco de limão
. 2 xícaras (chá) de água
. 2/3 de xícara (chá) de açúcar
. 3/4 de xícara (chá) de vinho tinto ou do Porto
Preparo: Demorado (acima de 45 minutos)
Rendimento: 6 porções
Dificuldade: Fácil
Categoria: Sorvete
Calorias: 149 calorias

Modo de preparo

Em uma tigela, misture o suco de limão, a água, o açúcar e o vinho até o açúcar se dissolver. Despeje numa forma, cubra e leve ao freezer até o dia seguinte. Bata a massa no liquidificador até obter um creme claro. Volte à forma e cubra com filme plástico. Deixe no freezer até ficar firme.

domingo, 4 de novembro de 2012

Macarrão ao molho de camarão e vinho branco


Macarrão ao molho de camarão e vinho branco


500g de camarão grande limpoIngredientes

  • 300g de macarrão farfallone (gravatinha)
  • 300ml de vinho branco de boa qualidade ( sugiro Sauvignon Blanc)
  • abobrinha italiana picada em cubos
  • cebola média picada
  • 4 dentes de alho picados
  • manjericão a gosto ( a gosto)
  • 1 cubo de caldo de legumes
  • pimenta -do -reino a gosto
  • suco de 2 limões
  • sal a gosto
  • cheiro verde a gosto
  • uma colher de sopa de manteiga ou 3 colheres de sopa de azeite de oliva
  • 1 lata de creme de leite fresco ou uma lata de creme de leite light

Modo de preparo

Cozinhe o macarrão conforme as instruções da embalagem 
Enquanto isso prepare o molho 
Lave os camarões e tempere com sal, limão e pimenta 
Cozinhe a abobrinha levemente, no ponto que ela fique al dente ( meio durinha) 
Numa panela ou frigideira grande coloque o azeite e doure levemente a cebola e o alho 
Acrescente o vinho deixe cozinhar por aproximadamente 4 minutos em fogo médio dissolvendo o cubo de caldo de legumes 
Coloque o creme de leite e mexa bem 
Ponha os camarões e deixe cozinhar por aproximadamente 7 minutos 
Misture a abobrinha nesse molho 
Acerte o sal e salpique cheiro verde e o manjericão 
Jogue esse molho sobre o macarrão e sirva.

domingo, 17 de julho de 2011

Vinho na bomba....


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A francesa Astrid Terzian resolveu juntar uma de suas paixões com sua preocupação com o ambiente para criar o conceito da máquina de refil de vinhos. Ela deu início a essa ideia em 2008, quando desistiu de seu sonho de comprar uma vinícola para partir para as vendas do produto. Sua primeira máquina foi instalada em junho de 2009, na cidade de Dunquerque, na França. Agora, diversos supermercados franceses já possuem o equipamento. Basta trazer sua garrafa – seja ela de vidro, plástico ou até um cantil – e encher. Sem necessitar de embalagem, o produto fica mais barato: o preço para o consumidor final é de 1,45 euros por litro. Sem falar que o meio ambiente agradece o reaproveitamento dos recipientes. Os vinhos disponibilizados nas máquinas têm procedência variada e funcionam como uma bomba de gasolina. Voce compraria vinho assim?. 

sábado, 23 de abril de 2011

Vinho com Chocolate, Páscoa perfeita

Pratos tradicionais da semana santa ficam ainda mais gostosos quando harmonizados com vinho.
A tradicional bacalhoada, o chocolate e a colomba pascal dão um gostinho especial nos almoços de páscoa. Para que a refeição fique ainda mais gostosa, nada como um bomvinho para ser harmonizado com os pratos servidos na semana santa. A Pernod Ricard dá algumas sugestões para quem não quer errar na hora de escolher um vinho para a data. As dicas são do sommelier da Pernod Ricard, Alexandre Ferrari.
Bacalhau - Tradicional na páscoa, o Bacalhau pode ser feito de diversas formas. As mais conhecidas - Gomes de Sá e bacalhau à Brasileira – são uma explosão de sabores. Graças à essa grande variedade de ingredientes e gostos, muitas vezes, o consumidor não sabe qual vinho escolher para harmonizar com a iguaria.
“A melhor opção na escolha dos vinhos vai sempre de acordo com a preferência pessoal. O Bacalhau pode ser harmonizado tanto com tinto quanto com vinho branco, porém alguns detalhes devem ser levados em consideração, como os ingredientes da receita.” Afirma Ferrari.
O Bacalhau com um toque mais condimentado, como é o caso do à moda Brasileira, pode ser harmonizado com um vinho mais estruturado e encorpado como o Marques de Arienzo Reserva - o rótulo passou 2 anos em barricas de carvalho americano, o que lhe garante toque de frutas maduras e especiarias. Já a tradicional receita do bacalhau à Gomes de Sá pode ser harmonizada com um chadornnay francês e perfeito para pratos com textura suave e delicados no paladar.
Chocolate - Apesar de não ser muito freqüente, o vinho e chocolate rendem uma bela combinação. Amargo, preto, ao leite, branco, com castanhas ou frutas, o chocolate oferece um gosto só dele. “O sabor doce do chocolate pede um vinho potente e estruturado, como os vinhosfortificados. Neste caso, o vinho potente diluirá a gordura do chocolate e ressaltará o açúcar” explica Ferrari.
Para os chocolates amargos a sugestão é o vinho do Porto estruturado e encorpado, o rótulo possui sabores complexos, graças aos 5 anos em barrica de carvalho. Para os chocolates brancos a indicação é do vinho Sandeman Tawny Porto , perfeito para acompanhar receitas feitas com esse tipo de chocolate, pois possui corpo leve e intenso.
Colomba Pascal - Ao contrário do que se pensa, a colomba pascal é diferente do panetone. Com diferentes coberturas e recheios como amêndoas, chocolate e glacê, por exemplo, a colomba pascal também pode ser harmonizada com vinhos. Para a receita tradicional de colomba, o sabor suave da colomba combina perfeitamente com a doçura e delicadeza do vinho de sobremesa.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Estudo sugere que vinho caro é desperdício, pois consumidor não nota diferença

Vinhos mais baratos podem ter o mesmo efeito em termos de paladar que garrafas mais caras, segundo um estudo britânico.
No total, 578 pessoas participaram de uma degustação às cegas durante o Festival de Ciência de Edimburgo, na Escócia, e só na metade dos casos conseguiram identificar quais eram os vinhos caros e quais eram os mais baratos.
Eles experimentaram diversas variedades de vinhos tintos e brancos com preços menores que 5 libras (R$13) e outras safras consideradas superiores vendidas a preços entre 10 e 30 libras (R$ 26 e R$ 78). Na degustação, também havia garrafas de champagne de 17 libras (R$ 44) e de 30 libras (R$ 78).
Os participantes tinham de dizer, então, quais eram os vinhos baratos e quais eram os caros. Mesmo sem saber a resposta, eles teriam 50% de chance de acertar. E foi exatamente isso o que aconteceu.
A conclusão, para os pesquisadores da Universidade de Hertfordshire, é que muita gente não consegue distinguir os vinhos pelo paladar e pode estar pagando mais caro apenas pelo rótulo.
"Estes resultados são impressionantes. As pessoas não conseguiram notar a diferença entre vinhos caros e baratos, então nesse momento de dificuldades financeiras a mensagem é clara: os vinhos baratos que testamos tinham um gosto tão bom quanto as garrafas caras", disse o psicólogo Richard Wiseman, que conduziu o estudo.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Roteiro mostra o melhor dos vinhos que são produzidos em Portugal.

Os repórteres Luiz Paulo Mesquita e Sandra Moreyra foram até Portugal conhecer as terras que produzem os vinhos consumidos no Brasil.

País pequeno, espremido na pontinha da Península Ibérica, Portugal foi povoado por romanos, bárbaros, mouros e judeus. Cada um trouxe uma cultura diferente para formar um dos povos mais misturados de toda a Europa. Talvez pela geografia, talvez pela mistura das gentes, esse país sempre teve o mar como destino.
Reis da navegação, os lusitanos foram para todos os cantos do mundo. Mas há um Portugal que não partiu. Há uma gente que ficou para cultivar em cada pedaço dessa pequena terra videiras, oliveiras e sobreiros. É neste Portugal que permaneceu e começa a viagem por um mundo de sabores e perfumes. Começa em Lisboa, na tradicional Praça do Comércio, onde há um espaço criado para aulas e exposições sobre o vinho e as uvas portuguesas.
Se no mundo inteiro há centenas de castas ou tipos de uva – em torno de 1,6 mil – Portugal tem 250. Cem delas são próprias para o vinho. O que distingue Portugal nesse mundo de tantos vinhos?
“Nossa diversidade tem qualidade. Pode ser um pouco confusa no início, mas se abrirem as portas ao nosso vinho vão descobrir coisas muito boas com qualidade e que é muito diferente do resto”, afirma a enóloga Martha Galamba.
Em Quinta das Lágrimas, Coimbra, o amor e a história deram origem a um vinho. Lá foi assassinada Inês de Castro, a aia que se apaixonou pelo rei Pedro I, um ancestral do nosso Dom Pedro I, que em Portugal era Pedro IV. O Pedro I deles desafiou a corte portuguesa da Idade Média e se casou com Inês.
Os nobres mandaram jogar a jovem em um poço. Quando Pedro descobriu, mandou vestir e coroar a rainha morta. Fez toda a corte beijar as mãos dela. O vinho feito nos dias de hoje celebra o amor que a morte não separou.
No caminho, estão os vinhos e as vinhas que nascem nas encostas pedregosas do Rio Douro. São as primeiras terras demarcadas de vinhos do mundo, desde 1756. Nesse local, se faz o que eles chamam de “vinhos capitosos”, ou seja, que têm a força da terra.
No Douro, as estradas cheias de curvas fechadas e subidas íngremes são o que os portugueses chamam de alcatroadas. Pois nessa terra de vinhos capitosos e estradas alcatroadas, as quintas e mansões produzem e celebram grandes vinhos.
“Não é fácil trabalhar aqui. O terreno é muito inclinado, e muitas vinhas não são organizadas. Tem de fazer muitos trabalhos à mão, é um trabalho artesanal”, explica o enólogo Francisco Olazabal.
Nossa Senhora das Uvas abençoa a antiga quinta da família Cálem, no Pinhão. Antigamente, os lagares ou tanques de pedra não tinham controle de temperatura. Agora cintas metálicas controlam todo o calor da fermentação. Um equipamento robô faz o que antigamente era feito pelos camponeses: pisar as uvas sem deixar quebrar as sementes que amargam o vinho.
Essa região, que produz vinho há mais 300 anos, descobriu que a tecnologia não substitui a tradição. Pelo contrário: elas são aliadas para produzir vinhos cada vez melhores. O Douro continua surpreendendo o mundo.
Os caminhos dos vinhos portugueses continuam no Bom Dia Brasil com os desafios da produção e do mercado internacional

terça-feira, 12 de outubro de 2010



Sobre gordura, vinho e sexo!!!

Sobre a GORDURA
No Japão, são consumidas poucas gorduras e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; em compensação, na França se consome muitas gorduras e vinhos, ainda assim, o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;

Sobre o VINHO
Na Índia, se bebe pouco vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; Em compensação, na Espanha se bebe muito vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;

Sobre o SEXO
Na Argélia, se transa muito pouco e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA; Em compensação, no Brasil se transa muuuuuito, bebe-se muito vinho, come-se muita gordura e o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA;

CONCLUAMOS ENTÃO :

Beba , coma e faça sexo sem parar, pois o que mata é falar inglês!

Agradecimento especial ao Blogue Meninas Malvadas:  http://meninasmaldosas.blogspot.com

domingo, 10 de outubro de 2010

Hoje volto ao Blog e já inicio com uma dica muito legal, conheçam Amigas do Vinho, achei muito interessante.

sábado, 10 de abril de 2010

Doces Vinhos.... ou vinhos doces...


São vinhos especiais, também chamados vinhos de sobremesadessert winespudding wines.
Sua principal caracteríistica é preservar parte do açúcar natural das uvas em sua elaboração, tornando-se doces.
É importante não confundir estes preciosos vinhos com vinhos suaves, os quais, apesar de também doces, são vinhos comuns que recebem açúcar externo após sua elaboração.

ELABORAÇÃO - Uvas com alta concentração de açúcar

Para elaborar vinhos doces naturais é preciso se dispor de uvas especiais, nas quais se conseguiu uma concentração de açúcar muito mais alta que a normalmente obtida ao final da maturação.
A quase totalidade dos vinhos doces é produzida com uvas brancas, geralmente do tipo aromático:GewurztraminerMoscatelMuscadelleMalvasia. Outras uvas utilizadas são a Sémillon em Bordeaux, Furmintna Hungria, Riesling na Alemanha, Chardonnay no Novo Mundo.
Os métodos abaixo são típicos para produzir essas uvas, alguns sendo tradição em países e regiões, principalmente na Europa:

Colheita Tardia (Late Harvest)

As uvas não são colhidas no momento pleno da maturação, como de costume em todos os vinhos. São deixadas na parreira várias semanas após a data ideal de colheita, o que ocasiona uma desidratação e o conseqüente aumento da concentração de açúcar. Este processo é originário da Alemanha onde se produzem os vinhos Spät
lese e Auslese, sendo hoje utilizado em vários países da Europa e Novo Mundo.
A maioria dos vinhos doces naturais são produzidas dessa forma, destacando-se na França os Muscat, (da uva Moscato) como o Muscat de Beaumes de VeniseMuscat de FrontignanMuscat de Rivesaltes. Na Itália temos os Moscato d'Asti. Outros italianos são os Vin Santo da Toscana e os Malvasia (da uva de mesmo nome) da Sicilia.
Ainda no sul da França encontramos o Banyuls, um vinho doce tinto, produzido de uvas Grenache, tido pelos franceses como o único adequado para acompanhar sobremesas à base de chocolate.

Passificação

As uvas são colhidas normalmente ao término da maturação. Em seguida os cachos são deixados para secar em esteiras em galpões cobertos e arejados. Isto causa uma desidratação progressiva, num processo similar ao da produção de passas. Como resultado, a perda de água causa uma concentração do açúcar nas uvas. Este processo é utilizado na Itália, dando origem a vinhos doces chamados Passitos na Sicília e Emiglia-Romana e aos Recioto no Veneto.

Ação do fungo Botrytis Cinerea

Em algumas regiões da Europa, principalmente França, Itália e Hungria, as uvas, ao final da maturação, são atacadas por um fungo, Botrytis Cinerea, que faz perfurações finíssimas nas cascas das uvas, causando a desidratação e conseqüente aumento da concentração de açucar. Este fungo se apresenta na forma de um pó acinzentado sobre as uvas, daí o nome Cinerea (cinza, em latim). Não é possível estimular nem evitar o ataque desse fungo, sendo portanto um presente da natureza a alguns vinicultores. Os vinhos produzidos com essas uvas são também chamados de botritizados e se classificam entre os mais raros e deliciosos vinhos produzidos no mundo, podendo sobreviver por mais de 100 anos.
Neste grupo destacam-se os vinhos da denominação Sauternes, em Bordeaux, os Tokaj, na Hungria, os Trockenbeerenauslese (TBA), na Alemanha.

Congelamento

Nas regiões mais frias da Alemanha, por vezes a colheita tardia encontra os frios de outono, ocorrendo o congelamento das uvas durante a noite. Essas uvas são então colhidas congeladas e imediatamente esmagadas, de forma delicada, separando parte da água da uva, que fica retida nos cristais de gelo, resultando num mosto de alta concentração de açúcar. Os vinhos assim produzidos são denominadosEiswein, ou "vinho do gelo".

ELABORAÇÃO DE VINHOS DOCES

Obtidas as uvas necessárias, com grande concentração de açúcar, procede-se ao seu esmagamento. O mosto obtido dessa uvas é muito espesso, semelhante ao mel.
O volume obtido é muito menor, devido à redução da água, resultando numa produção de pequeno volume. Normalmente as uvas uma parreira colhida na época normal produzem um litro de mosto. No caso das uvas concentradas essa produção cai para apenas um copo !
Levando-se em conta a baixa produção, o trabalho adicional de cuidar das uvas para a concentração do açúcar e os detalhes da elaboração, compreende-se porque normalmente os vinhos doces naturais são mais caros e mais raros no mercado.

Fermentação parcial

O detalhe de elaboração que caracteriza os vinhos doces naturais é a interrupção da fermentação no meio do processo. Como as uvas possuem muito mais açúcar que o normal, se a fermentação continuasse até consumir todo o açúcar obter-se-ia um vinho de alto teor alcoólico (como os Amarone, no Veneto).
Ao interrompermos a fermentação antes do término do açúcar disponível, temos então um vinho com teor alcoólico normal (12º) e a parte restante do açúcar natural fica preservada inalterada no vinho, tornando-o doce.
Os demais passos de elaboração destes vinhos são similares, até seu engarrafamento. Cabe ressaltar que, nos vinhos botritizados, a presença do fungo Botrytis inibe a ação das leveduras, podendo a fermentação levar até um ano para se completar. Isso explica a grande complexidade e beleza desses vinhos e os altos preços que podem alcançar os produtores mais renomados.

Tempo de Guarda

Por ter grande presença de açúcar, os vinhos doces resistem bastante ao tempo, continuando sua evolução por décadas e às vezes mais de um século. Os vinhos doces geralmente apresentam a cor dourada, variando de tonalidades claras e esverdeadas até o âmbar. Os tokay mais envelhecidos apresentam tonalidade âmbar-laranja.

Harmonização

Os vinhos doces são também chamados vinhos de sobremesa, devido à sua vocação para acompanhar pratos doces em geral. Para uma combinação mais fina, a variação do grau de acidez e o estilo mais aromático, austero ou complexo podem apontar para harmonizações especialmente ajustadas e criativas, constituindo uma arte especial o seu conhecimento e aplicação.
Combinações inusitadas podem surpreender, contrapondo-se a doçura do vinhos com pratos picantes ou exóticos. Uma harmonização clássica da gastronomia francesa é combinar os vinhos botritizados de Sauternes com foie gras.

Tokaji

Merece destaque o grande vinho doce húngaro, o Tokay, ou Tokaji. Produzido na região de mesmo nome a nordeste da Hungria, este vinho tornou-se lenda há séculos por suas características ímpares de complexidade, longevidade e riqueza gustativa. Há registros de sua existência desde 1650.
O clima frio e úmido favorece a ação do fungo Botrytis (ali denominado Aszú), atacando lentamente os vinhedos de uvas Furmint e Hárslevelü.
Diversos tipos de elaboração foram desenvolvidos, resultando em vários vinhos diferentes. As uvas contaminadas chegam a concentrar açúcar em índices altíssimos, recolhendo-se o mosto que chega escorrer como uma pasta espessa em pequenos barris de 30 litros chamados puttonyos.
Para produzir diferentes vinhos, adicionam-se de 1 a 6 puttonyos a cada 140 litros de vinho. Os vinhos resultantes levam no rótulo a indicação do número de puttonyos utilizado, crescendo em teor de açúcar, complexidade e longevidade conforme a concentração. O Tokay Aszú Essencia é um tipo especial, o mais complexo de todos.
Antes do engarrafamento, os Tokaji envelhecem em barris por um período de 4 a 8 anos.

TOKAJI
TiposTeor de açúcarTempo de Barrica
Szaras (seco)0 - 4 g/l2 anos
Edes20 - 50 g/l2 anos
Aszú 2 puttonyos50 - 60 g/l4 anos
Aszú 3 puttonyos60 - 90 g/l5 anos
Aszú 4 puttonyos90 - 120 g/l6 anos
Aszú 5 puttonyos120 - 150 g/l7 anos
Aszú 6 puttonyos150 - 180 g/l8 anos
Aszú 8 puttonyos (Essencia)180 - 240 g/l10 anos


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